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08 jan 2019
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Previsões e Tendências para Empreendedores e StartUps em 2019

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Apenas alguns anos foram necessários para que os empreendedores se tornassem a imagem viva da inovação e da transformação de idéias em empresas e startups. O empreendedorismo cresce cada vez mais e, pela primeira vez em muito tempo, as pequenas empresas vêem um crescimento financeiro e aumento de clientes.

O estudo de DNA do Empreendedor de 2017 da seguradora Hiscox revela que os empreendedores espanhóis lideram o ranking da inovação. Hoje, nós trazemos as Tendências para empreender com sucesso em 2019 selecionadas pelos especialistas e professores da IEBS, com a colaboração de Jesús Monleón empreendedor e fundador da Seedrocket, Oscar Fuente, fundador da IEBS, Vicente Arias, fundador da Coverfy e Pablo Szefner fundador de JustFub. Aproveite as dicas!

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Tendências para Empreendedores em 2019

Saas, Blockchain, Insurtech … estão entre as principais tendências para empreendedores que darão muito o que falar em 2019, não perca detalhes de todos eles:

#Tendencia nº1 Insurtech

Vicente Arias nos diz que empresas como a Coverfy já estão aproveitando dados formais e não formais das redes sociais para personalizar e prever o futuro. Obviamente eles estão automatizando processos em seguradoras. Por exemplo, ele nos diz que o uso de chatbots foi um dos seus melhores investimentos.

#Tendencia nº2 SaaS

Agora o investidor “Deal flow” está se tornando o SaaS, ou seja, há uma explosão de projetos SaaS para empresas. O cerne da questão será saber quais serão grandes e quais serão internacionais.

#Tendação nº3 B2C com diferenciação

 Já não é útil lançar um projeto B2C generalista que não tenha uma clara diferenciação da concorrência, porque no mercado os investidores não querem competir com os “Category Killers” de igual para igual. Além disso, há muito media4equity, e faz com que os projetos gastem muito dinheiro, de modo que a tendência será apostar pelos líderes por categorias com um valor competitivo real.

#Tendência nº4 Blockchain através de tokenizar ativos

Acredito que o futuro é da liquidez aos ativos fixos e, para que essa participação seja efetiva, é muito importante que os órgãos reguladores o legislem corretamente, Jesus explica. Hoje, podemos dar o exemplo da ICO da empresa The Pay Pro de um estudante da IEBS.

#Tendência nº5 Intermediar os classificados

Os classificados se tornarão transacionais. O aplicativo Wallapop, de venda de segunda mão, já está tentando, e cada vez mais haverá mais vertical do tipo, como o proptech, onde se tenta intermediar na compra e venda e aluguel. Em suma, há uma tendência clara de que todos os classificados estão se tornando transacionais, criando marketplaces, explica Monléon.

#Tendência nº6 mais Projetos sérios de Inteligência Artificial

Pablo Szefner nos diz que cada vez mais aparecem projetos mais sérios de AI, distanciando-se dos primeiros projetos que prometeram muito e fizeram pouco. A tecnologia está explodindo e há mais e mais aplicações e setores em que essa tecnologia está sendo usada e Oscar Fuente explica que, desde o Mobile First, passamos para o Learning Machine First. Uma tendência que desenvolveremos mais tarde.

Tendências em Negócios Digitais para 2019

O setor de tecnologia e inovação está crescendo. Depois de muitos anos em que apenas vimos inovações da Internet através de modelos de negócios digitais, agora uma grande variedade de invenções conectadas à rede são evidentes. Estamos falando da Internet of Things.

Os objetos começam a ter vida própria

Pascual Parada, explica que “no ano de 2017, o ecossistema empreendedor evoluiu para um nível mais maduro, isto é visto pelo fato de que os projetos empreendedores estão mais polidos quanto a proposta de valor, inclusive muitos deles já aparecem no ecossistema com as primeiras métricas de atração”.

Parada e Rosa Ayari em 2017 falaram sobre as tendências tecnológicas mais importantes que experimentamos em 2018, e que em 2019 continuaram a se desenvolver deixando a fase inicial em que foram encontradas, e continuar avançando em inovações que certamente nos surpreenderão. Entre as mais destacadas estão a Inteligência Artificial + Learning Machine, Big Data e Inovação Disruptiva. Sem dúvida, uma grande oportunidade para os empreendedores investirem neste terreno:

Machine Learning Fist

Em 2018, Roberto Touza e Javier Martín já tinham mencionado como tendência para 2019 a Artificial Intelligence e o Big Data, e Parada acredita que este ano servirá para “consolidar as tecnologias de Machine Learning e Big Data em startups”. Este tipo de tecnologia que até recentemente estava apenas nas mãos de grandes empresas, veremos agora como muitas empresas jovens aparecerão com ótimas soluções tecnológicas desse ramo. E como já disse o Google, agora mesmo, a sua prioridade é desenvolver o uso de machine learning  aprendizado de máquinas.

Inovação Disruptiva

Outra tendência que dará o que falar este ano é a Inovação Disruptiva. Isso se refere a tecnologias ou inovações que fazem desaparecer determinados produtos ou serviços e conseguem isso ao contrastar estratégias disruptivas com estratégias sustentáveis. Ou seja, o processo de interrupção ocorre quando novas tecnologias ou ideias empresariais são lançadas no mercado que superam a aceitação de outros que estão no mercado há muito tempo.

Ayari afirma que a introdução da Inovação Disruptiva, permitirá “desenvolver negócios que conectem ideias que não tenham sido conectadas antes para acessar um mercado completamente novo”. Nós já temos exemplos desse tipo de empresas, como Airbnb, Netflix ou Amazon, mas agora estamos mais conscientes de que temos que sair da linha e procurar novos modelos de negócios.

De acordo com Ayari e Parada a inovação disruptiva é “a primeira tendência, e também o desafio, para o ano de 2019 e a aposta das grandes corporações será as startups que tenham dois objetivos claros: inovação disruptiva graças à tecnologia Digital e recrutamento e retenção de talentos”.

Os exemplos mais claros de inovações disruptivas que podemos encontrar são:

Telefonia fixa versus telefonia móvel.

Fotografia tradicional contra fotografia digital

Hi5 vs Facebook.

Computadores versus tablets.

Se você quer dizer algo, diga por vídeo o podcast

O formato audiovisual é atualmente o melhor método para desenvolver todos os tipos de estratégias de negócios e divulgaçao. E o mesmo acontece no setor de empreendedorismo. Para que as startups tenham sucesso em 2019, é necessário que tenham boas estratégias audiovisuais para divulgar as suas atividades.

Natxo F. Laguna nas tendências para 2018 nos contou sobre os elementos que permitem projetar uma boa estratégia audiovisual e que foram decisivos para o sucesso dos negócios nos próximos anos:

  • Vídeo ao vivo
  • Vídeos profissionais vs vídeos amateur;
  • Mais investimento em conteúdos e Storytelling;
  • Novos formatos;
  • Várias telas;
  • Integração com outros formatos.

Para este 2019, uma das tendências que encontramos neste setor, de acordo com David Tomas, serão os vídeos em Instagram Stories. O ranking do Instagram Brasil esta na segunda colocação com cerca de 50 milhões de usuários. Isso mostra que nós gostamos de compartilhar vídeos e imagens, e por isso as empresas agora encontram um novo meio de promover seus vídeos, em um formato que ainda não está saturado”.

Pedro Rojas acrescenta que “não temos tempo, somos impacientes e queremos tudo para agora”, e em função disso que o formato visual é o melhor caminho. O conteúdo em formato de texto será cada vez mais escasso e o substituto será uma aproximação entre a imagem, o vídeo ou ambos”.

Ainda dentro do setor audiovisual neste ano David Tomas também comenta sobre os podcasting, uma vez que se tornaram uma ação importante para as empresas. Tomas comenta que “o ambiente digital facilitou a criação de programas de rádio sem um tempo ou dia fixo e aposta na filosofia de que os usuários podem levar os programas aonde quiserem, fazer download, ou mesmo ouvi-los em qualquer momento. Esta é uma ótima oportunidade para empresas quanto ao tema de posicionamento da marca e engagement. Agora é a hora de está na crista da onda, porque a tendência está chegando forte ao mercado de língua portuguesa, e quando já estiver estabelecida, se já somos uma referência, estaremos melhor posicionados do que a concorrência “.

Mais opções de Financiamento e aquisições

A busca de financiamento é provavelmente um dos aspectos mais complicados e incertos quando se trata de empreendedorismo. Nem sempre é fácil encontrar investidores que apostem em uma StartUp e que querem contribuir com capital para que o projeto possa ser consolidado como um novo modelo de negócio. O estudo de DNA do Empreendedor 2017 revelou que cada vez mais empresários e PMEs evitam o financiamento através de instituições financeiras, porque ainda há dificuldades na obtenção de empréstimos bancários. Empresários espanhóis e americanos (23%) são os que mais recorrem ao uso de cartões de crédito como forma de financiamento.

No entanto, parece que este ano já existem novas oportunidades econômicas para os empresários.

Em 2017, foi Blockchain deu o que falar, mas ainda há um longo caminho a percorrer, e este ano, sem dúvida, será um ano de crescimento.

Roberto Touza acredita que “ainda não vimos um 10% do potencial que a tecnologia Blockchain pode oferecer. Até hoje, destacaram-se as aplicações no ambiente monetário, com a explosão de inúmeras divisas (BTC, ETH, etc), bem como o ICOS (initial coin offering) que está revolucionando a estrutura usual de financiamento de projetos empresariais em suas primeiras fases “.

Touza também acrescenta que “ainda temos que ver como o Blockchain pode romper os modelos de negócios tradicionais, como os cartórios. Um exemplo muito interessante são os contratos inteligentes, que após um prévio acordo entre duas partes, após cumprir algumas condições iniciais, executam determinadas obrigações para ambas as partes”.

Ao contrário de Touza, David Tomas traz uma nova visão sobre como usar o Blockchain. Tomas acredita que essa tendência também pode ser usada na Publicidade Digital. Ele acrescenta que “nós associamos muito esse conceito com criptografia, mas pode ser aplicado na publicidade digital para melhorar resultados e segurança. É um banco de dados distribuído em um conjunto de bancos de dados relacionados, que estão localizados em servidores diferentes e quando algo novo é introduzido em um local, esse novo recurso é replicado em todos os servidores para maior segurança. Assim, com publicidade, será possível lutar contra fraudes publicitárias, eliminar intermediários e fazer desaparecer as discrepâncias entre servidores”.

Inovar ou morrer

A Transformação Digital tem sido uma vantagem competitiva para as empresas, oferecendo novas oportunidades de estratégia comercial que surgem graças ao surgimento de tecnologias. A inovação é a principal ferramenta com a qual as empresas obtêm vantagens competitivas. Mais e mais empresas estão detectando a necessidade de inovar para se adaptar ao novo paradigma digital. E essa inovação não é mais uma opção.

Touza diz que “sem dúvida, uma das tendências que emergiu com mais força é a relativa à indústria 4.0 e todas suas implicações para os modelos de negócios atuais. Também é importante destacar todas as oportunidades que abre para novas empresas e startups capazes de desenvolver soluções através da aplicação de tecnologias na indústria”.

Além disso, Touza adiciona um exemplo de StartUp que está aproveitando essas novas oportunidades, como a CCDATOS, uma StartUp que através da aplicação da tecnologia disponível, desenvolveu uma solução IOT para o setor pecuário.

Dentro da indústria 4.0, encontramos diferentes estratégias de negócios graças ao surgimento de novas tecnologias como:

Growth Hacking e Growth Hacking Marketing

Rosa Ayari acredita que haverá uma mudança na forma de usar o Growth Hacking nas empresas, explica que “estamos habituados a falar sobre o termo no setor de marketing, mas que a partir de agora, a aplicação do Growth Hacking será em todos os departamentos da empresas a fim de aumentar seu crescimento ao menor custo possível”.

Além disso, Pedro Rojas acrescenta que o Growth Hacking também será usado para realizar campanhas de marketing e que é “uma mudança de atitude, uma maneira diferente de ver tudo o que pode fazer crescer uma empresa, é um uso diferente de ferramentas digital. Isto é, não é somente vender, mas sim melhorar a visibilidade e o posicionamento da marca, com base na geração de uma experiência positiva para o possível cliente para que se sinta atraído por seus produtos”.

Marketing de microinfluenciadores

O Marketing de microinfluenciadores também será uma tendência nas estratégias de marketing deste ano e os empresários devem levá-lo em consideração. Pedro Rojas explica que “os microinfluenciadores ganham status frente às celebridades. As PMEs perceberam que as celebridades e os super-youtubers não os compensam em termos de ROI, com o qual mais e mais empresas estão mais dispostas a investir nessas campanhas de vários influenciadores, sabendo que geram resultados muito bons e que eles têm seguidores de melhor qualidade porque são setores e áreas mais específicos”.

Estratégias de Omni-channel

As estratégias de Omni-channel serão muito importantes para as empresas quando se trata de garantir sua visibilidade e posicionamento. Roger Bretau comenta que “o consumidor atual tem diferentes touchpoints ou pontos de contato com uma marca e seus conteúdos, de modo que a marca deve concentrar sua estratégia em relação ao omni-channel. Nesse sentido, os empresários atuais devem ser claros que o consumidor espera que sua experiência seja satisfatória não só em aspectos como o serviço, mas também nas suas interações com a marca”.

Conclusões

Parada opina “que nem tudo é válido no ecossistema de startups, os investidores são cada vez mais profissionais e exigentes, os empresários consolidados estão cada vez mais próximos da colaboração e as entidades públicas também aprenderam os erros cometidos nos anos anteriores”.

Touza acrescenta que “há muitas necessidades ainda não encontradas de forma eficiente e novos modelos são abertos para todas as empresas que são capazes de melhorar a cadeia de distribuição para a porta do consumidor”.

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