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08 jan 2021
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Entrevista: Ricardo Filipe Duro, professor da IEBS

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Apresentamos Ricardo Filipe Duro, professor do MBA em Digital Business da IEBS. Gostaríamos de destacar seu esforço, envolvimento e motivação junto à turma, bem como em seu trabalho como professor. Em seguida, deixamos a entrevista que fizemos, na qual ele compartilha sua experiência e oferece alguns conselhos.


Ricardo Filipe Duro, professor da IEBS. Foto: arquivo pessoal.

Conte-nos um pouco sobre como foi sua experiência como professor na IEBS

Ser professor IEBS foi e é um desafio. Para mim ensinar, mais que transmitir conhecimentos, é ter a capacidade de entusiasmar e motivar os alunos a que os utilizem para mudar/melhorar a sua vida, e ao ser online, não se tem aquele feedback instantâneo das aulas presenciais, as expressões faciais ou comentários. De modo que se tem que aprender a utilizar ferramentas como os debates ou fórum de dúvidas para poder conseguir ter uma ideia de como funcionam os conteúdos e igualmente puxar por alunos, fomentar a colaboração deles e entre eles.

Apesar destas dificuldades, acaba por ser muito gratificante ver que uma pergunta puxa outra e que cada um colabora com a sua experiência pessoal, enriquecendo imenso os tópicos que vão sendo propostos.

No final, conseguimos obter conclusões muito mais claras para os alunos, pois não são apenas conceitos teóricos mas a soma das experiências de todos, que geram respostas com as quais todos nos identificamos.

No seu módulo, você explica um caso de experiência real que você realizou em sua carreira profissional, que benefícios isso pode trazer para o aluno?

O caso prático proposto trata de um dos passos mais importantes que se tem que dar quando se pretende montar um negócio ou um projeto, que é convencer alguém a investir em ti. Partir de um caso real ajuda a preparar os alunos para a realidade que lhes espera caso um dia decidam avançar com o seus projetos de empreendedorismo, e claro, poder compartir com os eles a minha experiência, as dificuldades que tive e que tenho, coisas que foram bem e mal feitas tem um valor diferencial importante. Funciona como uma simulação do que aprenderam ao longo das aulas, que ajuda a assimilar os conhecimentos e a retirar dúvidas que possam existir.

Do ponto de vista de um professor, como você organiza suas aulas e o que você acha que é a coisa mais importante ao criar e orientar o conteúdo?

Em geral, utilizo as aulas para ensinar as diferentes ferramentas e técnicas disponíveis, e os debates para que os alunos apliquem o aprendido no seu contexto profissional. No entanto, reconheço que cada grupo traz coisas novas, o que me obriga a ir adaptando conteúdos e a focar mais determinados pontos, ou proporcionar diferentes tipos de exemplos. No início dos módulos, tento sempre saber o que motiva cada um dos alunos para tentar lançar questões nos debates dirigidos a cada um, tornando assim os temas mais interessantes e individualizados.

Igualmente importante o feedback dos alunos, saber o que lhes pareceu mais e menos claro, que coisas gostariam mais de aprofundar e que temas não lhes pareceram tão interessantes. Caso surjam oportunidades de melhoria que possam supôr aumento de qualidade do módulo, serão feitas conforme esse feedback. É que não basta ensinar que se deve ser competitivo, também temos que o aplicar.

Por último, gostaria de deixar um recado?

Faz quase dois anos que colaboro com a IEBS, e se bem que no início tive alguma dificuldade na adaptação à formação online, hoje reconheço o potencial e a importância que tem. Mais no contexto que estamos a enfrentar, com mobilidade reduzida e estando fechados em casa com familia e filhos.

Observando os últimos meses, prever o que vai acontecer é sumamente complicado, restando apenas a possibilidade de preparar-nos o melhor possível para o que quer que venha, adquirir o máximo de conhecimento, ter  máximo de “ferramentas” possíveis.

Creio que o empreendedorismo vai ter um papel chave na recuperação dos países. É fundamental ter pessoas com preparação e motivação para empreender, pessoas que tomem a iniciativa de gerar trabalho e riqueza, pessoas que não tenham medo de arriscar e falhar, pois falhar também faz parte do êxito. Estes soft skills conseguem-se com formação e experiência.   

Os próximos anos vão ser de enormes desafios e dificuldades, mas por outro lado, creio que aparecerão imensas oportunidades, que devemos aprender a indentificar e agarrar. Vai depender da preparação de cada um o poder ou não converter estas dificuldades em oportunidades.

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