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01 maio 2019
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Mercado da Moda: como vender tendências e lucrar com o Fast-Fashion

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Quando se trata de produtos de moda como roupas, calçados, bolsas e acessórios, fatores como a sazonalidade, preço, estoque e numeração, qualidade, tendência e marketing são determinantes para o sucesso de um e-commerce. E com a influência de novas personalidades no universo da moda advindo das Redes Sociais, o chamado Fast-Fashion ganhou vida.

De forma enxuta, o Fast-Fashion se dá com o lançamentos de coleções pontuais e possui uma alta rotatividade de produtos, com as novidades estando sempre à mão do consumidor. Uma característica bem conhecida é o preço competitivo em detrimento de peças de pouca durabilidade, mas este quesito pode facilmente ser contornado quando se escolhe trabalhar com peças regulares, compra rápida e uma boa estratégia de publicidade.

Quando se detecta uma tendência de Outono-Inverno ou Primavera-Verão, normalmente são necessários alguns meses para se planejar com antecedência. Quem possui marca própria pode criar novas peças e para outros casos existem duas situações: lojas virtuais que encomendam peças de outras marcas e lojas que vão diretamente ao atacado repor seus estoques. Para as estações, os três casos são válidos, mas quando se trata de alta rotatividade, as encomendas de produtos ficam em desvantagem (que muitas vezes provêm de outros países e levam semanas para estarem disponíveis).

Certamente quem trabalha com moda e deseja ter um dinamismo maior acaba fazendo um Mix entre peças provindas de encomendas no Atacado (que possuem o melhor custo de aquisição) e compras pontuais diretamente dos fornecedores.

Detectando tendências do Fast-Fashion

Quem vende moda logo se pergunta como fazer e se realmente é rentável ou se é apenas um enorme desperdício de tempo e dinheiro, pois imagina que esta prática seja apenas viável aos grandes varejistas. Entretanto, o e-commerce convencional pode se beneficiar muito se a curadoria for bem feita e o acesso aos fornecedores certos for rápido.

Certamente quem deseja entrar nesse mundo deve em primeiro lugar estar atento aos famosos e influenciadores digitais, pois certamente muito das micro-tendências partem deles. Neste caso, o radar deve estar focado no Instagram e YouTube por exemplo, e este ponto é crucial, pois quando algumas blogueiras conseguem criar o desejo por algo, é a hora de agir rápido!

Claro que toda a ação deve estar alinhada com seu público-alvo, estando sempre em primeiro plano desde o monitoramento de peças até o processo final de venda, sem esquecer do layout do e-commerce e da comunicação publicitária. Mas com isso bem claro, o trabalho a seguir vêm com muito suor.

Quem deseja atualizar seus estoques a cada semana deve ter em mente que poucas peças deverão ser adquiridas e devem estar muito atualizadas com os looks mais curtidos na Internet, e um trabalho muito grande de Marketing Digital deve ser feito para amarrar a outra ponta da corda (que é a venda total do estoque ou da maior parte dele). Apesar dos custos maiores para se ter mais evidência, se o lojista tiver feito bem o dever de casa então a lucratividade aparecerá como um bom complemento ao ganho das vendas regulares.

E-mail Marketing

A ferramenta básica das lojas virtuais é o E-mail Marketing com as novidades e promoções da semana, podendo inclusive trazer muitas vendas se a base de envio for segmentada. Nesta categoria, é muito importante realizar filtragens periódicas para se chegar realmente ao público desejado excluindo cadastros que nunca abrem seus e-mails para que sua campanha não vire spam.

Marketplaces

Os Marketplaces e buscadores de produtos também devem ser considerados, pois pode-se facilmente “entrar” no fluxo de Leads (consumidores qualificados que chegam ao seu e-commerce já com a intenção de fechar a compra) quase que de forma instantânea. Mas neste ponto também deve-se tomar precauções, como a medição do ROI (em Inglês, Return Over Investment) para que a ação seja rentável. Neste caso, testes em diferentes canais darão o norte a ser seguido, permitindo que se concentre o investimento nos mais rentáveis.

“É uma excelente estratégia tanto para ações pontuais quanto para o longo prazo ao dar um maior giro ao negócio, mas a competitividade pelo melhor custo-benefício, preço, parcelamento, qualidade das fotos, do título e até mesmo a descrição das peças de roupas ou sapatos podem fazer toda a diferença, pois os produtos de uma loja serão diretamente comparados aos concorrentes”, diz Leonardo Alonso, fundador do Lounge A.

Adwords

No caso dos famosos Adwords e similares, a loja virtual pode se posicionar com destaque em buscas específicas como “sandálias vermelhas” ou “jaquetas de couro” no Google por exemplo, ou até mesmo criar campanhas com banners temáticos que poderão aparecer em sites diversos para um público segmentado. “São excelentes ferramentas para explorar exatamente os termos correlacionados aos produtos da vez do Fast-Fashion”, complementa Leonardo.

“Um fator altamente positivo da ferramenta está no fato de se poder praticar o Remarketing, que é quando se faz ações específicas para quem já visitou o e-commerce”, completa. O mesmo pode ser aplicado às ferramentas de publicidade no Facebook e Instagram por exemplo, mas neste caso as peças são veiculadas dentro dessas Redes.

Redes Sociais

Quando a Rede Social de uma loja virtual é bem trabalhada, o próprio fluxo orgânico pode gerar bons resultados. Se as postagens no Instagram forem relevantes e bem curtidas ou se os videos produzidos no YouTube tiverem impacto, as vendas podem receber um impulso significativo.

“No caso do lançamento de produtos que são vendidos por conta das personalidades, sempre se lembre de associar a peça à pessoa ou ao personagem da novela ou filme, seja na imagem ou no texto publicado na Rede Social”, finaliza.

Certamente uma página bem trabalhada pode render bons frutos quando se fala em poucas peças e uma alta rotatividade de itens na loja, com o custo estando implícito no tempo de trabalho já contabilizado para a construção da marca.

A venda de produtos de moda hoje pode ser feita seguindo as tendências e mantendo itens atemporais em paralelo, mas certamente essa estratégia é o que a grande maioria está fazendo.

O Fast-Fashion é um conceito que pode ser empregado em muitos e-commerces com o intuito de criar uma diferenciação da maioria, mas existem riscos de se ficar com estoques encalhados e um catálogo grande de produtos com a grade de tamanhos furada. Olho clínico é fundamental, mas a comunicação é o fator determinante na hora de botar tudo em prática e converter a ideia e o esforço em lucro.

O maior segredo certamente está na disposição da equipe e sua qualificação para tal (e sempre aprender com os erros e acertos), pois com isso as etapas do processo se encaixarão naturalmente e o trabalho será bem sucedido.

E para entender a fundo como criar estratégias e executá-las nas redes sociais, o Master em Marketing e Web Analytics da IEBS lhe p as mais recentes técnicas e ferramentas inovadoras para gestão de um e-commerce ou loja online, e assim, aumentar suas vendas e visibilidade.

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