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17 abr 2019
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O que é o Growth Hacking e como aplicá-lo em uma StartUp

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Você nunca se perguntou como o Facebook, o Pinterest, o AirBnb ou o Dropbox, entre outros, conseguiram se tornar a grande aposta dos investidores e ganhar mais dinheiro do que poderiam ter sonhado em tão pouco tempo? Embora cada um deles tenha suas particularidades, foi encontrado um denominador comum que os levou de startups a empresas consolidadas; o Growth Hacking. Não se desespere, imediatamente lhe dizemos o que é Growth Hacking e como aplicar a uma startup pode se tornar o investimento mais bem-sucedido e mais barato que você pode fazer.

O que é o Growth Hacking?

Se analisarmos o termo Growth Hacking, veremos duas palavras que já nos dão a pista de onde vêm:

  • Growth = crescimento
  • Hacking  = hacking, também descrito como a capacidade de programar soluções criativas de software para resolver problemas da vida real.

A ideia de Growth Hacking surge de uma premissa muito básica: crescer, crescer e crescer. Toda decisão tomada por um Growth Hacker será destinada a expandir sua empresa. Cada estratégia, cada tática ou iniciativa, para crescer é o sol em torno do qual um hacker em crescimento gira.

Naturalmente, os profissionais de marketing tradicionais também procuram isso, mas não na mesma medida. Então, o que torna o hacker em crescimento poderoso é sua obsessão por um único objetivo: o crescimento. É precisamente por causa dessa obsessão que surgiram novas técnicas, métodos e ferramentas que não existiam antes e que se tornaram a base do Growth Hacking.

Mas vamos nos colocar em situação: como conseguimos crescer quando acabamos de começar? Um hacker em crescimento deixa claro: você precisa ganhar mais com menos. Ninguém gosta de investir muito dinheiro em algo que não sabe se vai funcionar, em coisas que envolvem riscos, como publicidade. E menos ainda de fazer startups que acabaram de começar a sua viagem no mundo dos negócios e não estão dispostos a gastar dinheiro desnecessariamente.

Bem, o que mais podemos fazer, no mundo digital que nos rodeia hoje, para criar estratégias de marketing baratas e eficazes? O Growth Hacking responde a essa pergunta: ferramentas digitais, especialmente tudo de graça, se tornam os melhores aliados de novas estratégias de marketing.

Estas novas técnicas requerem alguns ingredientes essenciais: a criatividade, por um lado, é a base da receita que consegue encontrar soluções diferentes para problemas novos e antigos. Por outro lado, a análise será o tempero da receita que dá fundamento ao resto. Um growth hacker deve ser capaz de analisar os dados de comportamento dos usuários e do mercado para criar estratégias eficazes. Por fim, também destacaremos a capacidade de desenvolvimento. Esta é uma condição sine qua non para que o Growth Hacking funcione, o que é fundamentalmente baseado em alcançar o crescimento de uma startup.

Como aplicar o Growth Hacking em uma startup

1. Trabalhar, e muito, na criação do produto

O Growth Hacking não significa apenas vender um produto ou serviço de uma forma original, criativa e barata. Para que funcione, é necessário ter uma boa matéria prima. É por isso que a primeira fase de implementação do Growth Hacking é tão importante. Crie um produto que valha a pena. Isso significa trabalhar duro para que o resultado final seja o melhor possível, tão bom que as pessoas queiram consumi-lo, mas, acima de tudo, ofereçam algo que os consumidores possam se orgulhar de compartilhar.

Durante anos, os produtos foram algo tangíveis; carros, xampus, bebidas, etc. Mas hoje existem muitos produtos que não são. Twitter é um produto, mas você não pode tocá-lo ou segurá-lo. A Internet deu lugar a uma nova área de oportunidades. Pela primeira vez, um produto pode anunciar-se. O Facebook permite que seus usuários compartilhem seu próprio produto entre seus conhecidos. “Você quer convidar seus amigos?” Ou “Pessoas que você talvez conheça” são técnicas que promovem a divulgação do produto e, além disso, com custo zero. O Shampoo não faz isso.

Portanto, a moral que devemos tirar daqui é que pensamos se o produto que planejamos lançar está pronto ou se é um bom candidato para passar por essas práticas de marketing.

2.  Analisar o mercado e, em particular, o consumidor

Quando o produto estiver pronto, será necessário analisar os dados coletados. Esses dados devem ter como foco principal o consumidor. Essa fase nos ajudará a definir o comportamento de potenciais compradores. Dessa forma podemos traçar o caminho pelo qual eles passarão, com quem eles se relacionarão, onde farão esse tipo de coisa. Quais os pontos em que deveríamos implementar os diferentes hacks; isto é, os truques, as ideias criativas de recrutamento, etc.

Nesta fase, podemos utilizar o já famoso funil de conversão. O funil consiste em analisar o processo que o usuário faz, desde que ele ouve sobre o nosso produto ou marca, até que ele se torne um cliente. Chamamos esse processo de “processo de conversão” e um growth hacker deve conhecê-lo muito bem. O funil de conversão será diferente dependendo dos negócios que temos, mas, basicamente, você precisa criar um mapa que mostre o comportamento dos usuários.

3. Definir objetivos

O único objetivo deve ser crescer, como já vimos. No entanto, como vamos crescer? Você precisa estabelecer alguns objetivos dentro do processo de crescimento que guiará o caminho e permitirá dividir o trabalho em objetivos menores e mais gerenciáveis. É demonstrado que quando definimos metas pequenas que podem ser concluídas em um limite de tempo mais curto, nos tornamos melhores em sua resolução. Caso contrário, se o nosso objetivo for muito geral e abrangente, envolve muito tempo e tarefas dispersas, não avançamos. Faça a si mesmo perguntas deste tipo para começar:

  • Quantos consumidores você deseja obter por semana?
  • Quantos e-mails você precisa enviar?
  • Quantas reuniões são necessárias?
  • Se você adicionar uma determinada ferramenta ao processo, quantos novos clientes poderá obter?

4.  Comece a ser criativo

Lembre-se de que a filosofia do Growth Hacking é procurar soluções fora do comum para os desafios mais comuns. Por exemplo:  promover o primeiro passo que toda empresa tem que subir. Uma estratégia de marketing tradicional usaria técnicas de publicidade que provavelmente custariam muito dinheiro. Mas na mente de um hacker em crescimento há mais possibilidades.

  • Incorpore a função de compartilhamento: uma das chaves para começar é incorporar opções que permitem aos usuários compartilhar seu produto. Isso implicará que o produto seja enviado diretamente para plataformas de mídia social sem que você tenha feito nada; os usuários farão o marketing para você. Certifique-se de que o modo como você permite que os usuários compartilhem o conteúdo seja o mais simples possível. Quanto menos eles tiverem que fazer, mais dispostos estarão a participar.
  • Incentive a distribuição: sabemos por experiência que nem sempre é suficiente que o botão de compartilhamento esteja na nossa frente para clicá-lo ou se tudo tinha um botão de compartilhamento. O fato é que muitas vezes um empurrão é necessário. Uma boa ideia é restringir parte do conteúdo aos usuários e oferecer a possibilidade de vê-lo se eles ousarem compartilhar. O Dropbox usou essa tática por um tempo; incentivou os usuários a compartilhar conteúdo em troca de aumentar a capacidade de armazenamento de suas contas gratuitamente.
  • Aplicar o piggyback (parceria): esta técnica é baseada em uma espécie de competição saudável e colaborativa. Vejamos o exemplo do PayPal e do eBay: o PayPal apareceu quando o eBay já existia, até então os compradores do eBay não confiavam nos métodos de pagamento que deveriam ser usados ​​para comprar na página. O PayPal também encontrou nos consumidores do eBay seus próprios consumidores. Ele ofereceu-lhes um pagamento seguro, rápido e fácil. À medida que o eBay cresceu, o PayPal também alimentou seus clientes e ficou claro que o serviço não poderia ser completo sem o outro.

Estas são apenas algumas das técnicas que você pode aplicar em sua estratégia, existem muitas outras que já foram usadas, mas as melhores são aquelas que você acredita do zero; o novo.

5. Encontrar bons parceiros

Construir uma rede de parceiros está se tornando mais fácil. O objetivo tem que ser integrar seu produto com outros aplicativos e ferramentas que já existem e cujo público possa ajudá-lo a conhecer você. Por exemplo; vamos imaginar uma startup de videogame que queira expandir seu raio de visibilidade. Uma boa opção seria integrar o seu jogo com um aplicativo como o Dotaduff, que permite dar informações e analisar os diferentes heróis do jogo. Assim, toda a comunidade Dotaduff pode ver seus jogos.

6.  Mente aberta

Lembre-se, para que o Growth Hacking funcione, aqueles que o lideram devem ter uma mente aberta para mudanças, para novas formas de trabalho e para o mundo digital que nos rodeia. Criatividade será parte da jornada em todos os momentos, assim como a filosofia salvadora. Economizar tempo e dinheiro não são apenas as principais preocupações de qualquer startup, esses também devem ser seus objetivos.

Pense que esta é apenas uma introdução às possibilidades que o Growth Hacking abre no marketing. 


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